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I am unwritten...

Tem essa música que eu amo muito desde a primeira vez que ouvi: Unwritten, de uma tal Natasha Bedingfield que eu nem conhecia na época (e, na verdade, mal conheço até hoje, só umas poucas músicas e olhe lá). Mas quem liga para esses detalhes? Porque esse foi um daqueles casos de puro amor musical à primeira vista ouvida, aquela identificação. Isso acontece de vez em quando, não? Quando você ouve uma música que parece que foi escrita sobre você, para você. Falar de música boa é complicado, tipo falar de filho: não dá pra escolher um favorito. Mas, em muitos aspectos, Unwrtitten é a minha música. Minha letra, minha melodia, minha trilha sonora. Sou eu: unwritten, que numa tradução livre e literal fica "inescrita". Eu, pobre pessoa inculta, nem sabia que essa palavra existia até conferir no dícionário, que não me deixa mentir:

I.nes.cri.to. Adjetivo: Que não foi escrito.

Inescrita. Um bom nome para esse meu novo blog. A minha música, a minha cara, a minha definição. O nome perfeito.

Porque é isso, não? Estou inescrita. Não dá pra ler minha mente, estou indefinida. Apenas começando, caneta na mão e final não planejado...

Fernanda.

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