27 de fev de 2016

Desafio das 52 Semanas #8

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Tema da Semana:
~ * ~
Os melhores filmes infantis que já assisti:


1. A Bela e a Fera. Sem dúvida, meu desenho preferido da infância, pelo qual sou completamente apaixonada até hoje. E, como preferido, A Bela e a Fera fica aqui para ilustrar TODAS as outras animações da Disney que fizeram parte da minha infância - sim, porque eu amava todas elas, e se fosse mencioná-las aqui, iam tomar toda a lista e ainda ia faltar espaço... Então, paciência, tô roubando mesmo e só Deus pode me julgar. :P

2. Turma da Mônica: A Sereia do Rio. Eu era louca por esse filme Era simplesmente a coisa mais mágica do mundo ver a Mônica e os outros personagens não apenas se movendo e falando, mas vivendo aqui no "nosso" mundo. Quando eu tinha uns quatro ou cinco anos, praticamente TODA SEMANA fazia minha mãe alugar a fita na locadora (esse é o momento em que as crianças de hoje fazem cara de paisagem se perguntando o que raios são uma fita e uma locadora). Sobre o filme: eu realmente achava que a Tetê Espíndola fadinha cantava tão docemente quanto um anjo. E se querem saber, ainda sei cantar várias músicas do filme, com todos aqueles agudos loucos. :P

3. A Incrível Jornada. Eu também era completamente apaixonada por esse filme - quero dizer, tem animais falantes, pelo amor de Deus! E eles não apenas falam, como estão perdidos e vivendo altas confusões! #SessãoDaTardeFeelings Com certeza, eu era a criança que mais amava animais nesse universo.  Assistia esse filme sempre que passava na televisão, morria de nervoso nas cenas mais dramáticas. Eu tinha uma gatinha de pelúcia chamada Cecy (porque eu era só uma criança e não sabia que a grafia do nome da gatinha do filme era Sassy). E aquele final, meu Jesus, pensa numa criança emocionada...! Eu era simplesmente aloka de A Incrível Jornada;)

4. A Princesa Encantada. Uma das poucas animações que entrou pro meu hall de favoritos na infância e que não era da Disney. Eu me apaixonei por esse filme desde a primeira vez que assisti.  Amava a princesa Odette, achava que ela era a princesa mais bonita de todas. Adorava aquele lance de virar cisne, os personagens secundários, o romance, as músicas... ah, as músicas! A trilha sonora desse filme é bonitinha demais, Far Longer Than Forever me deixa arrepiada até hoje. E detalhe, só depois de adulta fui descobrir que a história é inspirada no balé O Lago dos Cisnes. Tinha mesmo que ser bom, né? ;)

5. Olha Quem Está Falando Agora. Esse filme não é infantil, é? :P Mas não faz mal, isso nunca fez a menor diferença pra mim - eu amava, por motivos de (de novo): cachorros falantes.  Aliás, eu gostava de todos os filmes dessa franquia, mesmo que, assistindo hoje em dia, eu veja que não eram exatamente indicados para crianças... Mas tudo bem, eu sobrevivi sem seqüelas. :P

- Caramba, tema meio confuso ou é impressão minha? Era pra colocar meus filmes preferidos da infância, ou filmes infantis que considero bons até hoje? Enfim, na dúvida, fiquei com a primeira opção: achei mais divertida. Se não era, peço perdão pelo vacilo à pessoa que criou a TAG. E aproveito pra deixar aqui minha reclamação por só poder postar cinco tópicos, porque olha, foi um sufoco escolher só esses. :P

23 de fev de 2016

Hello from: Walking Street.

Pois bem: como a maioria dos estrangeiros que vêm à Pattaya, eu também fui conhecer a Walking Street. Conforme comentei no outro post, lá é o point da vida noturna da cidade... Eu confesso que realmente fui a título de curiosidade, porque esse tipo de entretenimento não é a minha praia. Mas com certeza faz parte da experiência de visitar Pattaya. ;)

Então, dá um clique aí embaixo para continuar lendo meu relato sobre a ocasião... ;)

20 de fev de 2016

Desafio das 52 semanas #7

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Tema da Semana:
~ * ~
Eu sempre...


1. Carrego material de leitura na minha bolsa. Seja meu Kobo, um livro, ou mesmo uma bula de remédio, é fato: eu preciso ter alguma coisa pra ler quando saio de casa. Sair sem isso é tipo sair sem dinheiro, sem documentos... caramba, é tipo sair pelada ou algo assim. Coisa de maluco, eu sei, mas me bate uma aflição só de pensar que posso pegar um engarrafamento no ônibus ou uma fila ou um chá de cadeira na sala de espera de um consultório ou QUALQUER OUTRA COISA e morrer de tédio sem ter nada pra ler. Ok, hoje em hoje em dia a competição com o smartphone é grande, e muitas vezes acabo nem lendo nada, mas preciso saber que, se eu quiser, tem algo ali na minha bolsa. Apenas preciso. Me deixem. :P

2. Coloco o feijão por cima do arroz. E respeito totalmente quem coloca o feijão por baixo, é claro, porém nunca vou compreender o que leva alguém fazer isso. #Polêmica :P Porque quando se coloca primeiro o feijão, naturalmente é criada uma piscina de caldo no prato, e qualquer coisa que você coloque nele vai ficar nadando naquilo ali; o resultado é bife lambuzado de feijão e batata frita - que deveria ser crocante e sequinha - toda encharcada e molenga. Apenas: não. Prefiro o feijão por cima do arroz e devidamente contido a apenas uma parte do prato, obrigada. :P

3. Preciso de uma faca quando vou fazer uma refeição. Quer me ver enrolada? Me dê um prato de comida e apenas um garfo. Eu não sei comer sem ter uma faca pra me ajudar. Certo, quando o prato ainda está cheio até consigo dar um jeito. Mas quando só sobra um restinho e não tem mais onde apoiar? Sem chance. Tudo o que consigo é ficar arrastando a comida pelo prato de um lado para o outro, mas ela simplesmente não vai para o garfo como deveria. É desesperador. Confesso: morro de inveja de gente que consegue fazer uma refeição inteira usando apenas um garfo, porque é um talento que eu não possuo. ME DÁ UMA FACA FAZ FAVOR, NUNCA TE PEDI NADA.

4. Começo a comer a coxinha pela parte gordinha, do recheio. Isso porque, é claro, ao contrário de praticamente todo mundo, a minha parte preferida é a massa, não o recheio. E - provavelmente isso diz muito a meu respeito - eu sou aquele tipo de pessoa que prefere deixar o melhor pro final. ;)

5. Ando descalça em casa. E olha, não é por falta de tentativa de acostumar a usar um chinelo ou coisa assim... Mas não tem jeito. Eu até calço o chinelo, só que na primeira vez que tiro (quando vou deitar no sofá, por exemplo) esqueço de colocar de volta, e ele fica lá, largado. Mas, ah... andar descalça é tão bom. Em casa não tem problema, tem? ;)

- Espero que ninguém repare que três dos cinco fatos desta lista estão relacionados a comida - o que, provavelmente, também diz muito a meu respeito. :P

16 de fev de 2016

Patinhos Feios #2

Continuando meu TOP 6 (dividido em seis posts) de:


Melhores Histórias de Patinhos Feios Ever!

2- Betty, a Feia.


Sim, estamos falando daquela novela que passou na RedeTV (eu sei, eu sei) e para a qual a muita gente torce a cara. Que também calha de ser um sucesso estrondoso mundial, uma das novelas mais bem sucedidas da história, recordista no Guiness Book com o maior número de remakes pelo mundo afora - inclusive um remake brasileiro (que eu não assisti) produzido pela Record, Bela, a Feia. Quero dizer, até mesmo os americanos se renderam ao poder da franja da Betty e produziram a série Ugly Betty, pra vocês terem uma ideia... ;)

Eu AMO Betty, a Feia. Tem lá seus defeitos, mas é com certeza é uma das minhas novelas preferidas de todos os tempos. 

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A trama conta a história de Beatriz Pinzón Solano, uma economista muito inteligente, cheia de títulos acadêmicos, fluente em vários idiomas, mas que não consegue nenhum emprego porque é feia demais. Cansada de bater em portas fechadas (e da pindaíba, claro), Betty desiste de conseguir trabalhar como executiva e tenta uma vaga como secretária em uma grande empresa de moda, a Ecomoda. Mas parece que também não vai rolar, pelo mesmo motivo de sempre: sua ausência de atributos físicos. Porém, Betty acaba ajudando Armando Mendoza - o presidente da empresa e seu pretenso futuro patrão bonitão e galinha - a se livrar de uma saia justa, garantindo assim o emprego. Eventualmente Betty se torna o braço direito do chefe, e claro, se apaixona por ele. Mas acontece que Armani não é tão honesto bom com seus negócios, e acaba fazendo umas besteiras bem grandes com a empresa... E é nesse contexto que a trama se desenrola, com direito a (sem grandes spoilers) planos maquiavélicos, paixões inesperadas, bosta jogada no ventilador, mágoas, mudanças de rumo, de endereço, de aparência, problemas grandes demais que parecem sem solução, e, finalmente, um merecido final feliz.

- - - - -

Uma das coisas que eu mais gosto na história da Betty é que, apesar de ter melhorado sua aparência, a verdadeira mudança dela foi interior. Não, ela não se transformou de repente em uma gostosona-irresistível-devoradora-de-homens (coisa que aconteceu em muitos dos remakes, o que é simplesmente RIDÍCULO, na minha humilde opinião); ela apenas virou uma mulher comum, com uma boa aparência que aprendeu a valorizar. Mas não foi sua aparência o que fez o Armando terminar ao seu lado, nem o que a fez ser bem sucedida em tirar a empresa do buraco, arrancando aplausos até mesmo de pessoas babacas e insuportáveis como Daniel Valencia e Hugo Lombardi. (Ah, sim, porque mesmo com aquele chilique durante o desfile, o estilista teve que dar o braço a torcer depois) Não, o que fez diferença de verdade na vida da Betty não foi ter deixado de ser feia, mas sim ter evoluído como pessoa. Ela mudou no que era importante e necessário mudar, mas ainda assim continuou sendo ela mesma. E essa lição é simplesmente maravilhosa, não?

Torta de climão no capricho, quem quer? #desmaiada
Porém... Ok, todo o meu discurso acima é super verdadeiro e etc, mas gente, não podemos negar que uma das MELHORES CENAS EVER é quando a Betty volta de Cartagena com uma aparência completamente diferente e todo mundo fica com cara de pastel olhando pra ela na sala de reunião. (Exceto a Marcela, é claro, que estava com sangue nozóio, mesmo) Com destaque para o Armando. Ah, Armando... PARECE QUE O JOGO VIROU, NÃO É MESMO? QUEM É O MONSTRINHO AGORA, HEIN? #QuaseMorriComEssaCena #EComVáriasOutras


Ah, Betty, a Feia é sem dúvida um exemplar perfeito de história de patinho feio para constar nessa lista, porque a gente tem a satisfação de vê-la se transformar num "cisne" em todos os aspectos possíveis: não só na aparência (o que - não vamos ser hipócritas - é ótimo, pois que sensação INCRÍVEL é a de calar a boca dos bullies), mas também - e principalmente - no seu interior. Isso com bastante humor e algumas cenas tão intensas que quase me fazem arrancar os cabelos de empolgação, é claro. Amo demasiadamente.

Epílogo + Extras: A novela fez tanto sucesso que teve uma continuação chamada Ecomoda, mas confesso que nunca tive curiosidade coragem de assistir, por motivos de: medo de terem bagunçado alguma coisa e estragado meu final feliz perfeitinho. Além disso, também virou um desenho animado (juro) chamado Betty Toons. ;)
Continua...

13 de fev de 2016

Desafio das 52 semanas #6

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Tema da Semana:
~ * ~
Os super poderes que eu gostaria de ter:


1. Teletransporte. Nem preciso falar nada, porque já expliquei tudinho nesse post. No quesito superpoder, teletransporte é rainha, o resto é nadinha. ;)

2. Invisibilidade. Menos eficiente que o teletransporte, mas também pode ser muito útil para se livrar de situações chatas. Porque, sobre querer sumir às vezes: quem nunca? Também poderia ser bem divertido, dependendo da ocasião. E, por fim, daria pra saber o que falam sobre você quando acham que você não está por perto e se livrar das falsianes, o que é sempre uma ótima coisa na vida.

3. Super cérebro. Esse super poder provavelmente nem existe, mas não importa, acabei de inventar: meu super cérebro teria memória seletiva (e infinita) para guardar só aquilo que importa, com a capacidade de deletar todo o resto que seja inútil / irrelevante / desagradável / etc. Meu super cérebro também teria uma capacidade de aprendizado fora do normal e aí finalmente eu ia conseguir dominar o piano. Entre outras coisinhas mais. Tô falando de um SUPER CÉREBRO, gente, as possibilidades são infinitas! ;)

4. Previsão do futuro. Precisa mesmo discorrer sobre esse item? Quero dizer, super útil! Daria pra evitar várias ciladas na vida. Mas claro, uma previsão seletiva - só descobrir o que eu realmente queira saber, quando eu queira saber. Porque uma coisa aleatória estilo As Visões da Raven já não seria tão legal.

5. Super força. No geral, acho esse poder muito sem graça. Mas para mim até que seria útil, porque olha, sou fracota do tipo não-consigo-abrir-a-garrafa-de-refrigerante e coisas do gênero. Uma forcinha extra seria bem vinda. ;P

10 de fev de 2016

Hello from the other side... #3

Continuando a série de posts, vamos lá!

O que aprendi sobre a Tailândia até agora?

Um pôr do sol bonito em uma
cidade que vive ensolarada. #calor
- Para quem não sabe, antigamente a Tailândia se chamava Sião. Então, sabe os gatinhos siameses, que são muito populares no Brasil? Estou na terra de origem deles. ;)

- Acho que todo mundo já deve imaginar que faz calor por aqui. Tipo, bastante. E quem acompanha o blog sabe que calor não é muito a minha praia... Até que tenho me saído bem nesse quesito, surpreendentemente melhor do que eu esperava. Mas digamos apenas que desde que cheguei aqui não sei o que é vestir uma calça comprida - minha vida agora se resume a shorts e blusas sem mangas. Casaco então, ocupou espaço na mala à toa...

- Se o pessoal aí do nosso lado do mundo geralmente procura, por exemplo, o Caribe como destino de veraneio, aqui no oriente um dos destinos preferidos é a Tailândia. Por isso, preciso dizer: nunca vi tantos russos, ucranianos, chineses, sul-coreanos, indianos e árabes na minha vida! Já comentei que a cidade onde moro - Pattaya - é bastante turística, e eu não estava exagerando: a gente vê muito gringo nas ruas. Antes de vir, eu achei que iria destoar do resto das pessoas com a minha cara de ocidental, mas estava enganada, porque o que não falta aqui é ocidental. É uma verdadeira torre de Babel nas ruas, a gente escuta muitos idiomas diferentes.  Isso é uma coisa que eu só tinha vivenciado antes ao andar pelas ruas de Copacabana, mas não chega nem perto do que é Pattaya.

Coreano, japonês, chinês (mandarim?) - tudo em
uma única ida ao mercado. Fora o que a gente
também vê pelas ruas: russo, árabe...  
;)
E tem um bônus: a escrita. Já disse que a escrita tailandesa é completamente diferente da nossa, certo? Pois a dos russos também é. E a dos chineses. E a dos coreanos. E dos árabes. E etc. E como essa galera toda vem muito pra cá, a gente encontra muita coisa por aí escrita do jeito deles. Eu não entendo NADA, é claro... Mas já tô sabendo diferenciar a escrita de um monte de países da região. Será que dá pra colocar isso no meu currículo? ;)

- E por falar em turismo... Eu não fazia ideia antes de vir pra cá, mas aparentemente Pattaya é conhecida internacionalmente pelo turismo sexual. Pelo que andei lendo, parece que isso remonta lá da época da guerra do Vietnã, que é aqui pertinho - muitos soldados de folga vinham até Pattaya em busca de "diversão", e mesmo depois que a guerra acabou essa cultura permaneceu. E olha, o negócio aqui não é brincadeira não! Dá um Google aí que você vai entender o que eu estou falando... Tem bastante prostituição por aqui. E o mais estranho é que não é uma coisa isolada em determinados pontos da cidade, como acontece no Rio, por exemplo - claro, o ponto alto é a famosa Walking Street, mas é muito fácil encontrar esse tipo de "serviço" em vários outros lugares, como na calçada da praia ou nas inúmeras "casas de massagem" e "bares" espalhados pela cidade. Eu confesso que não sei bem o que pensar sobre o assunto. Acho muito curiosa a naturalidade com que a prostituição é encarada por aqui - de verdade, você não vê as pessoas escandalizadas, como certamente aconteceria no Brasil. A prostituição é tão rotineira na vida da cidade que aparentemente eles nem reparam mais nela... Por outro lado, não posso deixar de ficar ressabiada, porque a vida dessas mulheres provavelmente não é fácil - muitas delas estão nesse ramo por pura falta de opção, e pelo que sei, elas não ficam exatamente ricas com isso... Olhando por esse ângulo, a situação pode ser bem triste. Enfim, esse tema é complexo! Eu, pessoalmente, só fui conhecer a Walking Street poucos dias atrás (calma, calma, eu disse que lá é o point da prostituição da cidade, mas não é só isso que ela oferece: tem bares, restaurantes... Todo mundo que vem a Pattaya visita o lugar, de certa forma é um ponto turístico), e o ambiente é bastante... peculiar. Depois conto mais detalhes em outro post. ;) No mais, se vier a Pattaya algum dia, fique esperto: porque você vai achar vários lugares (e pessoas) anunciando Thai masssage!, mas em muitos deles (não todos, claro) não é exatamente uma "massagem" que está sendo negociada, se é que vocês me entendem. :P

O altarzinho que tem na
entrada do prédio onde moro.
- Por outro lado, apesar dessa total naturalidade em relação à prostituição, os tailandeses são bastante religiosos. Eu já comentei que a religião predominante é o budismo, e eles levam essa questão muito a sério. Inclusive, quando cheguei em Bangcoc havia nos guichês da imigração cartazes falando sobre esse tema, avisando que desrespeito ao budismo e à imagem de Buda é considerado crime por aqui, por exemplo. E uma coisa que sempre me intrigou desde que cheguei, e que só fui entender depois de algum tempo, é o seguinte: na frente de praticamente todos os prédios e construções a gente encontra uma espécie de altar, com uma ou mais imagens, e as pessoas sempre colocam oferendas nesses altares. Já vi frutas, bebidas, flores... Eu não sei bem como funciona, e é difícil entender tudo certinho por conta da barreira do idioma, porém me explicaram que esses altares vêm da crença de que todos os lugares são habitados por diversos espíritos, e quando você constrói alguma coisa, você precisa fazer um altar para esses espíritos irem "morar", se não eles ficam dentro do lugar que foi construído, habitando junto com as pessoas que lá estiverem. É mole? E pelo jeito, as oferendas fazem parte desse costume. Também não é muito raro ver gente fazendo preces junto a esses altares... Achei esse costume interessantíssimo além de um ótimo tema para um filme de terror.

Essa série de posts sobre aleatoriedades da Tailândia está rendendo! :D

Depois volto... ;)

Beijos!

PS: Ok, eu preciso comentar que, se vocês repararem, um dos itens da foto que ilustra as escritas diferentes é, aparentemente, uma máscara facial feita de lesma, ou gosma de lesma, ou algo assim, não entendi bem. Mas a questão é: LESMA. Na sua CARA. Deus me livre e guarde! :S Dessa mesma linha também tinha uma máscara feita de placenta - eu disse PLACENTA! Sul-coreanos, meus queridos, COMO ASSIM? #blergh

6 de fev de 2016

Desafio das 52 semanas #5

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Tema da Semana:
~ * ~
Faz parte da minha wishlist:*


1. Relógio de pulso. Estou querendo muito um relógio de pulso dourado, porque o que eu tinha levou um tombo e descansa em paz. Dourado ou em tom de cobre, que acho lindo também. Aliás, pode ser um de cada.

2. Árvore de luzinhas da Imaginarium. Essa aqui. Ela é uma graça, ia ficar perfeita na escrivaninha do meu quarto... Um dia ainda vou comprar essa belezinha. (depois que voltar pra casa, claro)

3. Bolsa. Tô precisando urgente de uma bolsa grande e básica, de uma cor neutra, porque a única desse estilo que eu tenho já foi herdada de outra pessoa, e, no caso, está implorando pra se aposentar.

4. Série completa da Becky Bloom. Faz séculos que quero ler esses livros, já que curto bastante a escrita da Sophie Kinsella, mas até hoje não tive a oportunidade. E cada vez fica mais difícil: atualmente a série já tem sei lá quantos livros, e eles continuam com um precinho bem salgado... além disso, não tem os primeiros volumes disponíveis em versão digital para o Kobo, que é onde mais leio ultimamente. Então, resumindo: facilita aí, editora! Melhora esse preço, e libera o e-book pra gente... ;)

5. Câmera fotográfica. Não que eu entenda de fotografia, mas gosto bastante. Tenho vontade de ter uma câmera boa - não precisa ser top de linha porque obviamente não sou fotógrafa, mas se fizer fotos nítidas mesmo com pouca luz e gravar vídeos em alta definição, já fico feliz. ;)

* Não sei se conta como wishlist, mas já tinha comentado em outro post sobre coisas que eu faria se tivesse dinheiro, e adivinha só: como não arrumei dinheiro até hoje, elas continuam valendo... :P

2 de fev de 2016

Patinhos Feios #1

Quem me acompanhava no falecido Coisas Minhas, ou apenas me conhece um pouco, já deve saber: eu AMO histórias de patinhos feios. Ou, em outras palavras, histórias onde existam protagonistas ligeiramente desprovidos de beleza. :D

Não sei explicar a razão, mas eu sempre fui fascinada por histórias com personagens feios. Identificação, talvez? :P Porque gente, vamos combinar: em um mundo cheio de cobranças em relação à aparência, é sempre bom conhecer histórias sobre pessoas fora dos padrões que superam essa questão e alcançam seus respectivos happy endings, é ou não é? ;)

Portanto, sim. Eu amo patinhos feios. Me julguem.

Dito isto, aqui vai meu ilustríssimo TOP 6 (dividido em seis posts)* de:


Melhores Histórias de Patinhos Feios Ever!

1- Jane Eyre.


Meu Deus, como eu AMO essa história! Quem gosta de ler sabe que é quase um sacrilégio quando alguém quer que você escolha um livro preferido, (Eu amo vários! São como meus filhos! Você não pode me obrigar a escolher só um!) mas, se eu tivesse que escolher, Jane Eyre provavelmente seria um dos principais candidatos. 

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O livro conta a história de Jane Eyre (dã), uma criança órfã que vive sob os cuidados de sua tia Reed. A mulher a detesta, assim como seus primos, que não cansam de maltratar Jane. Eventualmente, a tia Reed envia Jane à escola Lowood, onde ela conquista sua primeira amiga, Helen. Jane passa por maus bocados na escola, mas consegue concluir sua educação, tornando-se professora. Porém, ela anseia por mais do que passar o resto da vida confinada àquele lugar, então coloca um anúncio no jornal e consegue emprego como preceptora da menina Adèle Varens, em Thornfield Hall. E é lá que conhece Mr. Edward Fairfax Rochester, tutor de Adèle e senhor da mansão. O homem por quem se apaixona perdidamente. Mas é claro que um romance entre eles seria impossível... Ou não? ;) O fato é que muitos segredos se escondem em Thornfield Hall, e Jane ainda precisa enfrentar diversos percalços antes de finalmente encontrar seu final feliz.

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Eu amo a Jane, a considero uma personagem incrível, especialmente se lembrarmos que o livro foi escrito em mil oitocentos e lá vai fumaça. Ela foge bastante dos padrões esperados para as mocinhas, especialmente para as daquela época. Jane é pobre, porém é independente, não tem medo de trabalhar. É valente, forte, mas também é cheia de sentimentos. Jane tem princípios, e não está disposta a negociá-los. Ela sabe o valor do amor - não apenas o amor romântico, mas qualquer tipo de amor, já que este foi tão escasso em toda a sua existência. E Jane é feia. Obscura, simples e pequena, nas suas próprias palavras. Mas isso não a impede de mudar o rumo de sua vida após uma infância horrível. Não a impede de mudar de ares, de conhecer gente nova, de receber afeto, de se apaixonar, de ser retribuída, de superar todos os obstáculos e encontrar seu final feliz. Jane é simplesmente maravilhosa, e sua aparência não afeta em nada esse fato. 

- É claro, acho que Jane Eyre não se encaixa exatamente no quesito História de Patinho Feio porque, como no conto de fadas, espera-se que o patinho se transforme em um cisne no final, coisa que (spoiler) nunca acontece com a Jane - pelo menos não no que diz respeito à sua aparência. Ela é uma protagonista feia do começo ao fim, mas se quer saber, pra mim isso só conta pontos, porque Hey, não precisa ser bonita pra dar certo na vida, tem coisas muito mais importantes que isso. 

Bônus: em Jane Eyre, temos não apenas uma mocinha feia, mas o mocinho, Mr. Rochester, também é feio. SEGURA ESSA, SOCIEDADE! \o/

- Está me examinando, Miss Eyre. - disse ele - Acha que sou bonito?  [...]
- Não, senhor! #JaneSincera

Dica #1: Recomendo a série da BBC de 2006. (Já tem dez anos, meu Deus!) Até hoje não assisti uma adaptação que fosse totalmente fiel ao livro, mas essa é a que chega mais perto. Além disso, tem mais um ótimo motivo para assistir: Toby Stephens. *suspira*

Melhor Rochester EVER.

Dica #2: Tem um musical da Broadway baseado no livro que eu simplesmente PRECISO assistir um dia. As músicas são perfeitas! Fico babando com os poucos vídeos que encontro no Youtube. Soube que os direitos do musical tinham sido comprados para ser encenado no Brasil, mas até hoje nada... Ai, que dó. :/

Continua...

* A ideia era que fosse um post só, mas não sou exatamente sucinta, principalmente quando o assunto em pauta são coisas que eu amo, então paciência, ficou grande demais e eu dividi. Vocês me perdoem, por obséquio. ;)