30 de jan de 2016

Desafio das 52 semanas #4

Não conhece o desafio? Clique aqui! ;)


Tema da Semana:
~ * ~
Minhas citações preferidas são...


1. "É hoje que seu livro começa, o resto ainda não foi escrito." - Unwritten, música da Natasha Bedingfield. Eu poderia incluir a letra da música praticamente inteira como citação preferida (quero dizer, olha o NOME desse blog, pelo amor de Deus! Tem essa quote até na minha bio ali do lado...) mas como não ia caber tudo nesse tópico, escolhi apenas essa frase pra ilustrar. ;)

2. "Você deveria ser a protagonista da sua própria vida, pelo amor de Deus!" - Iris Simpkins, do filme The Holiday. (Me recuso a chamar de O Amor Não Tira Férias, porque CREDO) Amo esse filme, amo a Iris, amo o Arthur, amo todos os personagens menos o babaca do Jasper amo essa cena, amo TUDO.

3. "Não sou um pássaro; e nenhuma rede me aprisiona. Sou um ser humano livre, com vontade independente, a qual exerço agora para deixá-lo!" - Jane Eyre, do livro de mesmo nome. (dã) Ora, não dava pra deixar Jane Eyre de fora dessa lista, e de novo, como não posso marcar TODAS as frases do livro como citações preferidas, escolhi essa para ilustrar, de uma das minhas partes preferidas: Jane dando uma dura no Rochester, porque KIRIDINHO, você tá mesmo pensando que vai casar com essa interesseira e me mandar pra Irlanda assim sem mais nem menos? Apenas: NÃO. Tu não manda em mim, trouxa! #JaneEyreDiva #Lacrou

4. "Não sei... É que eu acho que não me ajusto bem aqui. Eu não tenho ninguém com quem conversar." - Bela, do filme A Bela e a Fera, da Disney. Miga, bate aqui, que eu sei bem como é isso aí...! ;)

5. "Não existe trabalho ruim. O ruim é ter que trabalhar..." - Seu Madruga, o sábio. Mas na boa, precisava mesmo dizer de quem era a frase? :P

- Putz, que tema difícil! Covardia ter que escolher só cinco quotes, porque tem trocentas que poderiam entrar nessa lista... então fui colocando as primeiras que me vieram na cabeça, não necessariamente em ordem de importância. Porém, como eu disse: tem muitas outras. Pode fazer uma lista maior da próxima vez? :P

26 de jan de 2016

Hello from the other side... #2

Então, onde paramos mesmo?

Ah, sim: O que aprendi sobre a Tailândia até agora?

- A religião predominante aqui é o budismo, como vocês devem saber, por isso os tailandeses não comemoram o Natal como nós. Além disso, eu não sei bem como funciona, mas eles têm um calendário diferente; então o Ano Novo também não é comemorado da mesma forma que o nosso, na virada de trinta e um de dezembro para primeiro de janeiro. Porém, na cidade onde moro, talvez por ser bastante turística, as decorações de Natal e Ano Novo são super comuns nessa época, mesmo não sendo algo exatamente da cultura local. A questão é que, aparentemente, os tailandeses não sabem a hora de parar... :P Porque já estamos no final de janeiro, e nos shoppings e ruas ainda tem muita decoração de fim de ano montada. Tipo árvores de Natal, pisca-piscas nas fachadas, plaquinhas de Happy New Year nas portas dos estabelecimentos... No último domingo, em um shopping que visitei pela primeira vez, vi até uma daquelas poltronas decoradas pra tirar foto com o Papai Noel. E enquanto isso, imagino que no Brasil o assunto definitivamente já é Carnaval... Confesso que estou curiosa: até quando eles vão deixar as decorações de fim de ano? Depois conto... ;)

Aí você compra uma batatinha sabor
churrasco, mas tem gosto de quê?
Isso, de pimenta. #socorro
- Sabe pimenta? Então, eu não gosto. Um tiquinho de pimenta na minha comida, e eu já fico cuspindo fogo e suando em bicas. Mas parece que aqui vou ter que aprender a comer esse condimento, porque os tailandeses comem TODAS as comidas com pimenta. Nos restaurantes, mesmo que você diga bem especificamente que não quer pimenta, quase sempre vem alguma coisa - acho que os próprios temperos e molhos que eles usam já devem ter algum elemento picante embutido, porque olha, não é possível. Mas ok, novas experiências! Desse jeito vou voltar pro Brasil mastigando pimenta malagueta crua, vai vendo... #sqn

- E por falar em comida, ainda não experimentei a comida tailandesa propriamente dita. Eu sei, eu sei, preciso provar. E vou. Mas é que eu sou bem fresca, e a verdade é que não acho as comidas daqui tão apetitosas... Como eu disse, eles comem muita pimenta, e além disso, a maioria dos pratos é adocicada e bastante condimentada, como quem conhece a comida tailandesa já deve saber. E a questão é: realmente não sei se vou gostar dessa combinação... Pra ser sincera, acho que não. :S

Sorvete thai feito na chapa:
aprovado!
- Além disso, tem outras comidas bem diferentes por aqui, como por exemplo, umas algas desidratadas (ou algo assim) que são vendidas como snacks;  ou o sorvete, que é feito em uma chapa congelada e é bem gostoso; ou, finalmente, os insetos fritos - mas nesse caso, amigos, não há dúvidas: não vai rolar.

- Aqui a embalagem do KitKat é chatíssima de abrir, do tipo que vai esgarçando em vez de rasgar, sabe? Digamos que já despedacei alguns KitKats tentando abrir aquela coisa. Então, se quer mesmo um KitKat, recomendo ter uma tesoura por perto. Se não, compre outro chocolate. A embalagem do Snickers é tranquila. E a do Kinder Bueno também. #DicasIrrelevantes

O rótulo de um produto pra cabelo.
Jesus, me ajuda.
- Ir ao mercado é sempre uma aventura porque, como eu disse no outro post, não só o idioma, mas a escrita tailandesa é completamente diferente da nossa. Então, é uma tarefa complexa identificar o preço certo de um produto na prateleira, por exemplo, ou descobrir se o item que estamos segurando é realmente aquele que queremos comprar. Minha experiência mais difícil até o momento foi quando tentei comprar um creme de hidratação pro meu cabelo - depois de olhar inúmeros potes e meditar a espera de uma epifania, acabei optando pelo uni-duni-tê. Nessas circunstâncias, não tem jeito: segura não mão de Deus de novo e vai... Torcendo pra ser o produto certo e pro seu cabelo não cair, claro. ;) (spoiler: não era o produto certo, mas meu cabelo também não caiu #oremos)

E de novo, o post está ficando grande...

Mas ainda tem mais coisas aleatórias pra falar, então depois volto outra vez. ;)

Beijos!

23 de jan de 2016

Desafio das 52 Semanas #3

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Tema da Semana:
~ * ~
Coisas para se fazer no calor.


1. Banho frio. Ninguém pode negar que se enfiar debaixo do chuveiro quando você tá derretendo de calor é uma das melhores coisas ever.

2. Tomar sorvete. O mesmo vale para variações do tipo picolé, sacolé, raspadinha, milk-shake, smoothie, açaí, e por aí vai. Coisas geladas e fresquinhas no calor = puro amor.

3. Parar debaixo de uma sombrinha. Árvores são as melhores, mas qualquer sombrinha vale. Ou quem aí nunca procurou a sombra de um poste pra ficar parado esperando o ônibus? #VidaDeBusão

4. Dormir com o ar condicionado ligado. Ventilador quebra um galho, mas gente, ar condicionado no calorão é uma amostra do paraíso. Willis Carrier, serei eternamente grata a você.

5. Participar de uma guerrinha de armas d'água. Taí uma coisa que nunca fiz (pelo menos não que me lembre, com certeza não na fase adulta) mas olha: isso deve ser divertidíssimo, especialmente em dias calorentos.

- Ok, como deu para perceber, o tema dessa semana não é bem o meu forte, por motivos de: não gosto de calor, não gosto de ir à praia, não ligo para piscina, e por aí vai... Na verdade, pela minha lista deu pra perceber que o que eu gosto de fazer em dias de calor é, basicamente, qualquer coisa que alivie o calor. ;)

20 de jan de 2016

Desafio das 52 Semanas #2

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Tema da Semana:
~ * ~
Eu nunca...


1. Aprendi a andar de bicicleta. Pois é. Mas não vem dizer que não tive infância, porque tive sim senhor! ;) Só que a princípio eu era muito medrosa pra tirar as rodinhas da bicicleta, e depois, quando fiquei mais velha e talvez arrumasse coragem, a bicicleta quebrou e nunca mais tive outra. Daí, nunca aprendi. Acontece nas melhores famílias.

2. Tomei banho de chuva. Que absurdo ter chegado aos 27 anos (socorro) sem nunca ter deliberadamente saído de casa pra tomar um banho de chuva. Preciso corrigir isso já.

3. Tomei um porre. Isso porque, é claro, eu não bebo. E não é nem uma questão moral, ou coisa assim: a verdade é que já provei várias bebidas alcoólicas, mas nunca gostei de nenhuma. O mais perto que cheguei disso foi quando provei um licor de chocolate em Penedo, mas ainda assim... não. Acho horrível, amargo. Mil vezes um suco. Ou uma Coca-Cola bem gelada. Ou água. Ou qualquer outra coisa.

4. Trabalhei com carteira assinada. E vou dizer uma coisa: já está na hora de mudar essa realidade, porque olha...

5. Fiz uma tatuagem Porém: QUERO. Já tenho em mente o desenho, e tudo. Teve até aquela vez que cheguei a entrar em um estúdio de tatuagens que me recomendaram, mas acabei não fazendo... Enfim, não tem problema, uma hora a oportunidade aparece. ;)

17 de jan de 2016

Desafio das 52 Semanas #1

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O ideal era ter começado na primeira semana do ano, então estou um pouco atrasada. Mas ainda dá tempo de alcançar... Por isso, nesse começo vai rolar mais de uma lista por semana, ok? ;)


Tema da Semana:
~ * ~
Coisas que me fazem feliz.*


1. Música. Amo tanto, é uma das minhas maiores paixões na vida. A música tem literalmente o poder de me deixar mais feliz mesmo nos dias mais obscuros.

2. Viajar. Uma das melhores coisas ever. Sendo o destino a cidade vizinha ou outro continente, durando um fim de semana ou um tempo mais longo, a experiência sempre me deixa feliz. Espero um dia conseguir ser rhyca o suficiente para viajar o quanto eu quiser, para onde eu quiser, quando quiser.

3. Ficção. Leia-se: livros, filmes, séries, novelas, etc. Uma boa história de ficção, independente da forma como é contada, sempre tem o poder de me deixar mais feliz.

4. Cachorros. Precisa falar alguma coisa?

5. Friozinho. Roupas bonitas. O ar que se condensa e vira "fumacinha" quando você fala. Lareira, cobertor e chocolate quente. Nada de suor escorrendo, rosto vermelho e outros desconfortos similares. Em outras palavras: sorrisos garantidos.

* Na verdade, eu já tinha comentado sobre esse assunto em outro post, quem lembra? ;)

11 de jan de 2016

Hello from the other side... #1

Então, tem isso... apesar de esse blog definitivamente ser do estilo diário (coisa que eu nunca pretendi realmente, mas né, a vida, ela é uma caixinha de surpresas), nem de longe tudo que acontece comigo eu relato aqui. E tem uma coisa que aconteceu recentemente que não contei ainda. Uma coisa GRANDE, na verdade.

Pois vamos aos fatos: há aproximadamente duas semanas me mudei para a Tailândia.

Isso aí, Tailândia. Aquele país do outro lado do planeta. Um dos lugares atingidos por aquele tsunami terrível de 2004. A terra que foi cenário da trama de Anna e o Rei. O lar de um povo de olhinhos puxados muito simpático. :)


Como isso aconteceu? Olha, longa história, complicada e pessoal demais, então, vamos apenas pular essa parte, ok?

Sobre a experiência: definitivamente está sendo bem diferente. Nunca estive em um lugar como esse. Já conheci outros países, mas nunca me senti realmente tão estrangeira quanto agora. A adaptação está sendo difícil em alguns aspectos... Porém, é muito curioso: ao mesmo tempo em que a cultura, o idioma, a escrita e TODO O RESTO é absolutamente diferente, e te faz sentir realmente muito longe de casa, esse mundo globalizado às vezes te prega umas peças, porque você entra num shopping center e quase consegue esquecer que está do outro lado mundo. (McDonald's manda lembranças a todos)

Mas isso é assunto pra outro post... ;)

No momento, vamos nos ater ao seguinte tópico: O que aprendi sobre a Tailândia até agora?

- Ninguém aqui fala inglês. O que é de se esperar e perfeitamente aceitável, claro... só que ninguém fala inglês mesmo, ou falam muito pouco, e é bom estar ciente. Até quem fala inglês (como a médica com quem minha mãe se consultou esses dias, ou o moço a quem pedi informação quando cheguei sozinha no aeroporto de Bangcoc), fala com um sotaque TÃO DIFERENTE que você fica meia hora tentando decifrar. Então, esteja preparado! Porque pode ser realmente frustrante não conseguir entender e se fazer entender.

Mensagem da minha operadora de celular.
Entendi tudo, parça!
#VivaOGoogleTradutor
Então, aprenda a falar tailandês! você me diz, e eu concordo. Só tem um pequeno detalhe: o tailandês é uma língua muito diferente, e eu não sei nem por onde começar. Aliás, caso você não saiba, até a escrita deles é diferente da nossa. Então, resumindo: espero conseguir aprender alguma coisa com o tempo, mas no momento me sinto quase constantemente incomunicável e, basicamente, analfabeta. Maravilha! \o/

- O trânsito aqui é em mão inglesa, então prepare-se porque às vezes seu cérebro vai querer fazer você agarrar o motorista do carro e berrar CUIDADO, OLHA A CONTRAMÃO! Mas com o tempo você acaba acostumando.



- Ainda não entendi muito bem como funciona, mas os táxis aqui não são todos iguais, padronizados. E entre os tipos de táxi que a gente vê circulando na rua, tem um que é simplesmente rosa choque. Sério, quando vi a primeira vez achei que fosse o carro da Penélope Charmosa. Discretíssimo. Ainda não andei em um desses, mas olha: QUERO.


- Aqui na cidade em que moro não tem ônibus, e o substituto é um negócio chamado songthaew, que basicamente é uma picape ou caminhãozinho com a carroceria adaptada pra levar pessoas e que não tem segurança ALGUMA. Ou seja, prepare seu coração (e seus braços, pra poder se segurar) ao entrar em um veículo desses. Mas é o que temos pra agora, então a gente acostuma também. ;)


- Não sei se é só na cidade em que estou morando ou se é geral na Tailândia, mas o que sei é que a vida de pedestre não é nada fácil por aqui. Gente, é surreal! Quase não tem sinal de travessia de pedestres, não é todo lugar que tem faixa, e por aí vai... Os sinais são projetados para os carros e muitas vezes, em uns cruzamentos movimentados, é um pesadelo pra conseguir atravessar. Pelo que pude aprender, o método mais adequado para atravessar a rua aqui consiste em seguir os seguintes passos: dê uma olhada pros dois lados, pra garantir (porque lembra, aqui é mão inglesa, e você não quer que seu cérebro te pregue uma peça e te faça olhar pro lado errado da via antes de abandonar a segurança da calçada), segura na mão de Deus, e vai CORRENDO COMO SE NÃO HOUVESSE AMANHÃ. A sorte é que aqui os motoristas não correm tanto como os do Rio, mas olha, é doideira o negócio. :P

E olha só, esse post já está ficando grande demais! Vou parar por aqui, depois conto mais.

Beijos!