8 de out de 2016

Blá blá blá.

Oi. Voltei. (Ou não)

Nem sei porque resolvi escrever aqui. Não tem nada de específico que eu queira contar... Apenas deu vontade de escrever. Mas, convenhamos, precisa de mais algum motivo? Tem motivo melhor que esse? ;)

Muita coisa aconteceu desde que abandonei esse cantinho pela enésima vez. Não cheguei a comentar aqui, mas voltei pro Brasil por alguns meses. Continuei perdida na vida. (novidade)  Acompanhei as Olimpíadas, teve prova acontecendo literalmente na porta de casa, e foi bem legal. Comprei um mascote de pelúcia (o Vinícius). Matei as saudades do meu sobrinho. Passei um susto com meu irmão, que teve que fazer uma cirurgia de risco, de emergência, mas deu tudo certo. Fiquei na dúvida se voltava pra Tailândia. Fui a reuniões de família, revi muita gente. Tentei fazer terapia, mas foi um estrondoso fiasco. Quase consegui aconselhamento com um coach, mas não rolou. Dei um tempo de redes sociais, sumi de praticamente todas, exceto do Instagram (mas acho que já volto pro Twitter, por motivos de saudade. #MelhorRedeSocial). Vi alguns problemas melhorarem, outros continuarem na mesma. Pensei em algumas soluções (finalmente), mas ainda não sei se vão dar certo, só o tempo dirá. E só Deus sabe quando será esse tempo...

E também voltei para a Tailândia, que é de onde escrevo agora esse post.


Tá sendo muito bom, devo dizer - ando viajando tudo o que não pude viajar na primeira estadia por força das circunstâncias. Já explorei vários cantos de Bangkok, estive / passei por lá em quase todos os finais de semana desde que cheguei. Também andei turistando por Pattaya, até em um labirinto de cerca viva e numa casa de cabeça para baixo já me enfiei. Fui a Ayutthaya, a antiga capital da Tailândia destruída séculos atrás. Conheci Kanchanaburi, palco de acontecimentos importantes da Segunda Guerra Mundial; andei na ponte sobre o rio Kwai, vi o trem passar e acenei para as pessoas, fui no museu da guerra e respirei o ar de História daquele lugar. Lá também fui fazer trilha no meio do mato e do calor, e ainda que não tenha chegado até o fim por causa da lama que me fazia escorregar e da ribanceira logo ali ao lado (não sou tão V1D4 L0K4 assim, amigos), vi as cachoeiras lindas do parque nacional de Erawan. Fui a Hong Kong e vi seus arranha-céus, vi os neóns da cidade brilhando à noite, andei de metrô e corri junto com os chineses que são apressados e correm o tempo todo. Fui à Disney onde não tem o castelo da Cinderela, mas tem o da Bela Adormecida que é meio rosa e bem lindo.  Vi o Mickey e a Minnie passeando logo ali. Vi a Cinderela, vi Toy Story, vi O Rei Leão num nível Broadway. Vi a decoração de Halloween e o desfile dos vilões (a musiquinha chiclete tá na minha cabeça até hoje). Fui em duas montanhas-russas MARAVILHOSAS (mas sem loops, porque já disse a vocês que não sou tão V1D4 L0K4) (aliás, montanha russa escura de Star Wars, todo meu amor por você). Comi no McDonald's refeição sim e outra também porque tudo na China tem pimenta e eu não aguento. Fui a Macau e fiquei o tempo todo encantada por ver placas em português em cada esquina em plena Ásia, apesar de praticamente ninguém falar português pra valer. Comi bolinho de bacalhau e bacalhau à Brás. Fui à igrejas cristãs e fortalezas. Fui ao Largo do Senado e me senti no centro do Rio de Janeiro. Vi de longe os Cassinos, onde rola mais grana que em Las Vegas. Passei três horas e meia numa fila que não andava, sem banheiro e sem água, para conseguir embarcar num ferry (valeu moço que nos enrolou quando compramos os bilhetes, Deus lhe pague). Viajei de ferry boat, de barco normal, de metrô, de ônibus, de van, de trem, de avião, de bondinho, de carro. Ando viajando mais do que já viajei em toda a minha vida.

Nem tudo são flores, claro, porque assim é a vida: volta e meia bate uma saudade dolorida das pessoas, da família, do meu sobrinho... fico triste de pensar em todos os momentos que estou perdendo com ele, sinto falta de ouvi-lo me chamar de itiá e do chameguinho tão bom. :( Ah, e é claro,  as incertezas e inseguranças - minhas velhas companheiras - estão aí, firmes e fortes. Mas... fazer o quê, não é verdade? ¯\_(ツ)_/¯

No mais, porém, as coisas vão indo bem. Dessa vez tenho mais no que pensar, ando menos desocupada. Tenho cuidado da alimentação, caminhado, arriscado umas corridinhas, e adorado o efeito das benditas endorfinas. Tem sido um tempo bom. Feliz, arrisco dizer. :)

Não sei até quando fico na Tailândia. Também não sei o que vou fazer quando voltar. Meus planos a longo prazo são bem incertos. Mas a certeza que eu tenho é a de que estou vivendo um momento muito especial, uma oportunidade que, sendo realista, dificilmente vai se repetir. Então, só me resta aproveitar. Porque sim! E depois.... ah,  depois a gente vê. :)

Beijos.

30 de jun de 2016

Porque sim.

Então que, pra variar, estou vivendo uma fase esquisita na minha vida. E eu já estou meio que acostumada (e resignada) com ela, porque é aquele ditado: vamo fazê o quê?

Mas tem um problema: são poucos os que sabem, ou que pelo menos têm noção da extensão dessa esquisitice que estou vivendo. Semi-conhecidos, parentes distantes, e similares? Estes não fazem a menor ideia. E por causa disso, quase toda vez que encontro alguém desse grupo, ouço alguma pergunta que seria completamente inocente para qualquer pessoa, mas que para mim, nesse momento, causa um verdadeiro tumulto emocional, uma vontade de me embolar num canto em posição fetal berrando DEUS, ME LEVA! :P #exageros #dramalhões #etc

Porém, é claro, a gente não faz esse tipo de coisa na frente de semi-conhecidos e afins. Então, eu costumava pintar no rosto minha melhor cara de paisagem (sou boa nisso) e explicava minha vida e minhas decisões para essas pessoas, aparentando a maior naturalidade, enquanto por dentro eu tava tipo MIGA, ME DEIXA, PELO AMOR DE JESUS, e tal.

Apenas pare. Pufavô.

Mas, sabe como é: tentar explicar em poucos minutos, em um mero encontro casual, todas as circunstâncias que me fizeram chegar ao meu momento atual não é nem um pouco divertido. Porém, ainda assim, eu falava. Sempre me explicava. Porque eu não queria que aquela pessoa tivesse uma impressão errada (ou certa, vai saber?) de mim. Diante disso, como já é de se imaginar, comecei a desenvolver calafrios antecipados só de pensar nesse tipo de ocasião. Porque, gente, ninguém merece.

Até que outro dia, em um desses encontros, alguém me fez uma dessas perguntas capciosas. Daí já viu, né? O estômago deu aquela embrulhada básica, e comecei a enumerar na minha cabeça tudo o que eu teria que explicar e justificar e AI MEU DEUS, QUE SACO, ME DEIXA EM PAZ, quando algo fenomenal aconteceu: decidi mandar tudo aquilo às favas e respondi simplesmente SIM. Depois disso até veio outra pergunta, que respondi com outro monossílabo. E aí, basicamente, o assunto MORREU. Fim.

Agora, meus caros, isso sim foi libertador! \o/

Não posso negar: a verdade é que sempre me importei com o que pensam de mim, por mais estúpido que isso possa ser. E eu sempre quis parar de me importar, mas nunca consegui realmente, exceto em raras ocasiões. E essa foi uma delas. :)

Porque, de fato, é bem simples: eu não devo explicações a ninguém. Por mais que me venha esse ímpeto de me explicar, a verdade é que não, eu não preciso - e nem quero - fazer isso. As poucas pessoas a quem de fato devo satisfações, essas não me questionam, justamente porque elas me conhecem e sabem por que as coisas estão do jeito que estão. E é isso o que importa. Quanto aos outros: e daí? Sério, e daí?

Vão pensar mal de mim? Talvez. Vão fazer fofoca? É possível, até provável. Mas a questão é que não importa muito como você viva, o que você faça, é quase certo que sempre vai ter alguém observando, tendo opiniões, tirando conclusões, fazendo comentários, etc, etc. É praticamente inevitável. E o melhor que você pode fazer quanto a isso é: desencanar. ;)

Por fim, justamente agora que entrei nessa vibe meio Luka de tô nem aí, eis que me deparo com esse vídeo maravilhoso da Jout Jout. É isso, miga, cê tá certíssima! Tamo junto.

Ou, em outras palavras: porque sim.

Quanto aos outros, pensem aí o que quiserem, não me importa mais, um beijo e até a próxima. De agora em diante, sempre que alguém me perguntar - ainda que na melhor das intenções - por quê tô vivendo minha vida do jeito que tô vivendo, vai ouvir um sonoro PORQUE SIM. Zequinha e Telekid que me desculpem, mas isso aí é mais do que resposta. ;)

29 de mai de 2016

Peço perdão pelo vacilo.

Chega o final de semana, e, como tem sido nas últimas semanas, mais uma vez venho aqui para escrever o post do Desafio das 52 Semanas. E, também como nas últimas semanas, me sentindo totalmente desanimada e sem vontade de fazer isso.

Daí que, antes de começar, eu apenas me perguntei o óbvio: pra quê estou insistindo nesse negócio???


Me lembrei de quando resolvi voltar a escrever em um blog e criei este espaço, da intenção que eu tinha na época, e que expliquei na primeira postagem: Vou escrever o que me der na telha. E o mais importante: quando me der na telha, se me der na telha.

Quem me conhece sabe que um dos motivos que me fez desanimar de blogar antes foi justamente a sensação de me sentir obrigada a escrever: já tenho tantas obrigações na vida, não preciso arrumar mais uma com o blog, certo? Entretanto, é exatamente isso que venho construindo aqui nos últimos tempos ao tentar manter uma certa rotina de postagens, em especial com o Desafio.

Já não tenho escrito sobre outros assuntos por diversas razões, mas vinha insistindo em manter a regularidade do Desafio porque, afinal, ele é realmente interessante, e eu não queria abandoná-lo no meio. (Antigos leitores do Coisas Minhas talvez se lembrem que eu tenho uma certa experiência em abandonar projetos como esse. #fail) Além do mais, me pareceu uma ótima ideia na época em que resolvi participar: os temas direcionavam postagens curtas e rápidas, que ajudariam a manter o blog ativo mesmo quando eu estivesse sem ideias.

O problema é que, com isso, criei a obrigação de postar - exatamente o que eu me propus a não mais fazer em um blog.

Sim, a ideia do Desafio, com seus posts curtos e rápidos, é ótima! A questão é que, no momento, eu não quero escrever nem mesmo posts curtos e rápidos. Não quero escrever nada. Não estou com vontade, não estou a fim, estou em uma fase em que sinto que não tenho nada a dizer.

Assim sendo, esse post é basicamente para dizer que: peço perdão pelo vacilo, mas estou parando com os posts regulares do Desafio das 52 Semanas. Quero dizer, não é que eu esteja abandonando tudo de vez - ainda acho a ideia boa, e as perguntas de fato podem render posts interessantes; eventualmente pretendo sim usar as questões do Desafio como tema para postagens, mas não vou mais me prender à rotina de ter que postar toda semana, tampouco à ordem predeterminada dos temas. Resumindo, pretendo retomar meu esquema inicial de postar o que eu quiser, se eu quiser, e quando eu quiser; e não porque está chegando o fim de semana e sou "obrigada" a fazer isso.

Ah, bem melhor assim. :)

- Pessoa que criou o Desafio, por favor, não me recrimine. /o\ Uma hora eu completo (ou não) as 52 semanas... Eu, apenas, talvez leve bem mais que 52 semanas para isso. Mas uma hora chego lá. :)

I want to break free...

- - - - -

No mais, fico por aqui... E já aviso: acredito talvez fique sumida por uns tempos. Não estou encerrando o blog nem nada assim, claro que não. Só ando sem assunto, mesmo, e como minha intenção nunca foi ficar enrolando por aqui, não volto enquanto não houver algo que eu realmente queira dizer. Sabe-se lá quando vai ser isso... Mas, em algum momento, vai acontecer. Porque a vontade de escrever sempre volta. ;)

Então... Até logo. A gente se vê.

23 de mai de 2016

Longe...

É noite. Brisa fresca soprando, bagunçando levemente os cabelos. Lá embaixo, luzes brilham. Carros, casas, gente, vida... No alto, escuro: as luzes do céu tristemente ofuscadas pelas luzes das gentes.

No horizonte, o mar, negro na noite sem luar. Lustroso, calmo, sereno. Silencioso. Misterioso. De encher os olhos, como sempre...

Ao longe, ilhas. Ou a sombra delas? Algumas iluminadas, brilhantes. Outras escuras, seu negrume quase escondido na quietude das águas. Tão longe... Do alto, tudo parece longe.

E ali, perdidos no breu, os barcos. Ah, os barcos... Tantos. Lá se vão eles, pequenos pontinhos de luz na escuridão. Eles vão... eu fico. E me perco em divagações: para onde vão? Penso em aventuras, em lugares bonitos, em empolgação, em novidade. Me pergunto quem está lá, me pergunto por quê...

Mas, principalmente, me pergunto: será que podem me levar?


21 de mai de 2016

Desafio das 52 semanas #20

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Tema da Semana:
~ * ~
Fico de mau humor quando...


1. Estou com calor. Já está ficando repetitivo, mas fazer o quê? É a verdade, o calor me incomoda demais. Se eu estiver passando calor, é praticamente certo que meu humor esteja péssimo.

2. Estou em um ambiente barulhento. Eu odeio barulho. Mesmo. Se não quer me ver com vontade de socar alguém, não me leve para um ambiente desses.

3. Sou acordada sem motivo. Nossa, que raiva que dá. Especialmente porque eu sou super cuidadosa quando tem alguém dormindo, seja a hora que for: evito fazer barulho, fecho portas com cuidado, assisto televisão em um volume baixo, e por aí vai. Odeio quando não retribuem a cortesia. Azeda meu humor, e demora a adoçar de novo. Não me acorde sem motivo, obg.

4. As coisas não acontecem conforme planejei. Aqui se enquadram as mais diversas situações, é só usar a imaginação. No mais, universo, por favor coopere e não frustre meus planos, porque eu não sei lidar muito bem com isso.

5. Fico mofando no ponto de ônibus. Poucas coisas me irritam tanto quanto gastar meu precioso tempo parada em um ponto de ônibus esperando a condução - e, para meu azar, é bastante frequente passar por isso com as conduções do bairro em que moro. É sempre imprevisível: pode ser que eu espere cinco minutos, ou vinte, ou quarenta, ou uma hora. Já teve extremos de ficar uma hora e quarenta no ponto esperando o ônibus. É desesperador. E o mau humor só piora porque a gente sabe que quando a bendita condução passar vai estar mais lotada que de costume, e vai parar mais que de costume já que estão todos esperando por ela, etc, etc. ¬¬'

- Vixe, que quase fiquei de mau humor só de pensar nessas coisas para escrever o post, haha... :P

15 de mai de 2016

Desafio das 52 semanas #19

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Tema da Semana:
~ * ~
Meus seriados preferidos.


1. Once Upon a Time. Minha série preferida.  Consegue reunir diversos elementos que eu simplesmente AMO: contos de fadas, magia, happy endings, vilões que não são tão ruins, mocinhos que não são tão bons, aventura, fantasia, romance, uma pitada de drama... Acho inteligentíssima a forma como a série une e reinventa tantos contos de fadas - além de mitologia, histórias clássicas ou até mais recentes - em um único universo cheio de reviravoltas.  Ok, eu confesso que ultimamente o andamento da série tem me decepcionado um pouco por várias razões que não cabe comentar aqui, mas que volta e meia comento no meu Twitter. Porém, ainda assim: acho difícil que algum dia eu deixe de amar esse universo encantado...  PS: Inclua-se aqui o spin-off Once Upon a Time in Wonderland, que foi MUITO BOM. \o/

2. Jane Eyre. Série da BBC, de 2006. Na verdade é uma minissérie, mas não importa, né? Uma das melhores adaptações do livro E com certeza um dos melhores Rochesters. :P

3. Lost. Amo! Já assisti duas vezes e não me canso dos mistérios, do perigo, das reviravoltas... Além do mais, também tem o Sawyer, o que por si só já é motivo mais que suficiente pra amar Lost. :P E não, não achei o final uma bosta. Na verdade, achei toda a última temporada uma ótima sacada pra manter as pessoas entretidas e se perguntando WTF tá acontecendo??? Eu gostei de tudo. Deal with it. ;)

4. Cold Case. Faz tempo que eu assisti, mas curtia demais. Aquele tipo de série em que os episódios são mais ou menos independentes, mas que mesmo assim consegue manter uma cronologia interessante que prende sua atenção. Ok, repetiu exatamente a mesma fórmula por várias temporadas... mas quem liga? Era uma fórmula ótima, por mim podia repetir à vontade, que eu gostava demais. ;) Quanto mais cold (ou antigo) o case, melhor.  Havia casos realmente sensacionais. Alguns dos que mais me marcaram foram aquele dos anos 60 das menininhas gêmeas, e o da Scarlet Rose, quem lembra? Ponto alto: as músicas que tocavam no final de cada episódio, referentes à época do caso investigado. Eu adorava aquilo, nossa. Conheci cada música boa! 

5. Chaves e Chapolin. Sim, são duas séries. E não, não sei nem se podem ser consideradas exatamente séries - pelo menos, não no formato daquilo que entendemos por séries hoje em dia. Mas ah, a lista é minha, pra mim são séries sim, e elas não só vão entrar aqui, como vão entrar como um tópico só, porque né? :P Afinal, essas são preferidas desde sempre e para sempre. 

- Na verdade - chocante! - eu não sou muito uma pessoa de séries. Comecei a me interessar por elas não faz tanto tempo, e acompanho pouquíssimas no momento. O que eu sempre assisti mesmo eram as sitcoms que passavam na TV, mas acho que talvez essas não caibam em uma lista como essa... Enfim, não é que eu não goste de séries, mas é que eu sou chata exigente demais, e não é a coisa mais fácil do mundo uma trama me fisgar pra valer a ponto de me fazer acompanhar por temporadas a fio. ;)

7 de mai de 2016

Desafio das 52 semanas #18

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Tema da Semana:
~ * ~
Sinto saudades...


1. Da minha infância. Ah, era tudo tão mais fácil, tão mais feliz...

2. Dos meus avós paternos. Eu era criança quando eles faleceram, e não tenho muitas lembranças deles - especialmente do meu avô, que partiu primeiro... Mas as que tenho me enchem de saudade. Gostaria de ter tido mais tempo com eles, de ter dividido mais momentos, mais histórias... 

3. Da Itália. Sempre. Preciso voltar um dia. 

4. Das minhas aulas de piano. Sinto muita falta! Eu até consigo estudar sozinha, mas não tenho a disciplina necessária para progredir. A rotina das aulas era muito especial... um dia ainda volto. 

5. Do meu sobrinho. Não vejo meu neném desde dezembro, quando vim para a Tailândia. Felizmente temos a tecnologia como aliada nestes tempos, ela nos aproxima um pouco... Mas, ainda assim, não é o bastante. Não é a mesma coisa. Que saudade! :/

3 de mai de 2016

Hello from: Koh Samed.

A Tailândia, como muitos já devem saber, é conhecida por suas ilhas e praias lindíssimas, paradisíacas. E como quem me acompanha aqui no blog (e na vida) também já deve saber, eu não sou exatamente uma fã de praias... Mas estando aqui, a gente precisa abrir uma exceção, não é? ;)


30 de abr de 2016

Desafio das 52 semanas #17

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Tema da Semana:
~ * ~
Personagens cuja vida eu gostaria de viver por um dia:*


1. Lúcia Pevensie, de As Crônicas de Nárnia. Precisa explicar? A Lúcia é uma das minhas personagens preferidas das Crônicas, e só assim mesmo pra finalmente conseguir chegar em Nárnia - já cansei de xeretar meu guarda-roupa, e até hoje nada. ;)

2. Sophie Beckett, do livro Um Perfeito Cavalheiro. Meu livro preferido da série dos Bridgertons, da Julia Quinn. Quase um conto de fadas possível de acontecer na vida real. (Bem, na verdade em um livro de ficção de época, mas enfim, cês me entenderam, né?) Sophie vive uma história cheia de dramalhões, segredos, revelações bombásticas... ela é aquela mocinha que até certo ponto só se dá mal, mas quando as coisas dão certo, elas dão certo pra valer. E o Benedict faz um cosplay perfeito de príncipe-encantado-porém-não-chato, só digo isso. #Quero #CinderelaFeelings xD

3. Jill Valentine, de Resident Evil. Porque ela é f#da, destemida, corajosa, encara zumbis, monstros, vilões, explosões de bomba, simplesmente QUALQUER COISA. Nada é páreo pra essa mulher. E isso, é claro, sem deixar de ser totalmente gata nem por um segundo. A Jill é poderosa! \o/

4. Jamie Sullivan, de Um Amor Para Recordar. Porque ela é uma das poucas personagens certinhas (inclusive, certinha de um jeito que eu jamais conseguirei ser) que não é uma tremenda chata. Além do mais, só assim pra se conseguir um Landon na vida, né, migas...  ;) (#spoiler só dispenso a parte de ficar doente, claro)

5. Ariel, do filme A Pequena Sereia. Porque, além de ser uma das minhas princesas da Disney preferidas, ela é uma sereia. E deve ser da hora ser sereia por um dia! ;) Mas deixando claro que só por um dia mesmo, mais que isso já não deve ser tão da hora assim, haha...

- Lista feita meio no improviso e sem pensar muito, porque olha, se eu fosse tentar lembrar de todos os personagens incríveis que já "conheci" e de quem adoraria adoraria roubar uns momentinhos, eu ia passar um mês sentada na frente desse computador sem conseguir escolher. :P

* A parte do "um dia" não é pra ser encarada de forma literal, é? Porque, de alguns desses personagens aí, eu queria bem mais que um mísero diazinho, haha! :P

23 de abr de 2016

Desafio das 52 semanas #16

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Tema da Semana:
~ * ~
Isso, para mim, não é diversão.


1. Ir à praia. A essa altura vocês já cansaram de saber que praia não é a minha praia, né? :P

2. Beber. Não gosto de bebida alcoólica, nunca tomei um porre, e nem pretendo. Não consigo entender que graça as pessoas vêem beber até cair... Pra ficar fazendo besteira por aí? Não, obrigada. ;)

3. Ir a um bloco de carnaval. Som alto estourando os tímpanos, aquele monte de gente (provavelmente bêbada) aglomerada se acotovelando, um mar de xixi nas ruas, caras folgados sendo inconvenientes... como as pessoas conseguem se divertir no meio disso é realmente uma incógnita pra mim. :P

4. Ouvir música alta. Eu odeio som alto. Pode ser a minha música preferida: se o som estiver alto demais, vai me tirar do sério. Quem foi que inventou que pra ouvir música precisa colocar o som nas alturas, afinal? ¬¬'

5. Assistir lutas. Qualquer tipo de luta. Pode ser UFC, briga em um filme de ação, ou até - Deus me livre! - brigas de/com animais. Tenho verdadeira aflição! (E no caso das rinhas, touradas e afins, é ódio mortal mesmo por fazerem isso com os bichos...) Nunca vou entender que graça as pessoas vêem nessas coisas. :S

16 de abr de 2016

Desafio das 52 semanas #15

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Tema da Semana:
~ * ~
O que há de pior no mundo virtual?


1. Ódio. Eu ainda me impressiono com a quantidade de ódio que circula na internet - às vezes por coisas relevantes, mas em muitos casos, pelos motivos mais imbecis. As pessoas realmente perdem a linha, falam coisas que, tenho certeza, jamais falariam cara a cara com alguém. Tem gente que você vê destilando ódio na rede e nem se espanta, mas quando até a tiazinha pacata lá da igreja aparece cuspindo fogo no Facebook, você pára e se pergunta: a que ponto chegamos? Menos ódio e mais amor, gente. O Felipe já falou bastante lá no blog dele sobre o ódio que circula... vamos parar de alimentar isso, e deixar a internet um lugar mais de boas? ;)

2. Chatice. Nossa, eu não sei se as pessoas sempre foram chatas assim, ou se a internet e as redes sociais apenas potencializam a chatice que há em cada um de nós. É um tal de postagem sem noção, de mimimi, de desinformação, de oversharig, de flood de coisa chata... e por aí vai. Fora que, né: parece que hoje em dia TODO MUNDO tem que ter uma opinião sobre absolutamente TUDO - de fato, tem uma galera que parece se achar PhD em QUALQUER ASSUNTO; e claro, essa opinião precisa ser compartilhada com o mundo, mesmo que - olha só que coisa - NINGUÉM QUEIRA SABER. E se alguém discordar então, MEU DEUS, é a terceira guerra mundial! (E cá estamos nós quase voltando pro primeiro item dessa lista... socorro!)  :/

3. Falsas impressões. Quem aí já passou por um dia ruim, e quando entrou em alguma rede social teve a impressão de que a vida de todo mundo é um comercial de margarina enquanto a sua é uma bosta? Restaurantes! Viagens! Namoros! Casamento! Social com ozamigo! PÁ, NA SUA CARA! Eu disse no outro post que não vejo nada demais em compartilhar momentos legais (e não vejo mesmo), mas que às vezes isso causa uma impressão equivocada, isso é verdade... E tem gente que realmente se deixa levar por essas falsas impressões e fica lá infeliz, achando que só ele tem problemas. Dica: todo mundo tem. As pessoas só não explanam nas redes sociais. É como já nos dizia Jout Jout: TÁ TODO MUNDO MAL;)

4. Desinformação. A quantidade de notícias falsas e boatos que circulam pela internet é gigante, o que me irrita profundamente. Nunca vou entender o que leva alguém a deliberadamente criar um hoax e espalhar pela rede... E também nunca vou me conformar com o número absurdamente grande de pessoas que saem compartilhando qualquer baboseira sem conferir a veracidade antes. É SÓ DAR UM GOOGLE, GENTE, É TÃO DIFÍCIL ASSIM? Ainda bem que temos o E-farsas pra nos ajudar...

5. Gente mal intencionada. O que tem de gente mal intencionada na web não tá no gibi. Vírus, roubo de informações, exposição, cyberbullying, crimes virtuais, spam, plágio... tem muita coisa ruim por aí, infelizmente, e todo o cuidado é pouco. :/

9 de abr de 2016

Desafio das 52 semanas #14

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Tema da Semana:
~ * ~
Meus sites preferidos na internet:


1. Twitter. Melhor rede social. Quando o Twitter se junta pra falar sobre algum assunto, é bom demais: os melhores debates, os melhores comentários, e claro, as melhores piadas e memes. Sem falar que no Twitter você pode falar sozinho sem parecer ter um parafuso a menos - sim, porque não necessariamente alguém vai interagir com seus tweets, e tá tudo bem com isso. ;)

2. Youtube. Acho que não sei mais viver sem o Youtube. #exagero :P Me salva do tédio... Tem muita coisa ruim no site, mas também tem muito conteúdo bom, interessante e diversificado. Hoje em dia com certeza assisto mais Youtube do que televisão, por exemplo.

3. Instagram. Eu posto menos no Instagram do que gostaria, por motivos de: minha vida não é tão interessante assim... além do mais, a câmera do meu celular também não coopera. ;) Mas curto bastante a rede social.  Se você souber escolher direitinho, fica com uma TL cheia de fotos legais pra encher a vista. E daí que todo mundo só posta foto do petit gateu e nunca do miojo? Foto da praia, e não do dia que tava desentupindo a privada? Foto da janela do avião, e não da janela do busão no meio do trânsito na hora do rush? :P Porque, afinal: qual é o problema em compartilhar momentos legais em fotos bonitas? Super aprovo. ;)

4. Agregadores de feed e conteúdo. No momento, uso o The Old Reader, e de vez em quando o Pocket. Uma das melhores coisas que inventaram na internet. Uso menos do que antigamente, nos meus tempo áureos (?) de blogueira do Coisas Minhas, mas ainda gosto bastante. Na hora do tédio, é só futucar o por lá que quase sempre tem alguma coisa interessante pra ler. ;)

5. Skoob, Filmow e Orangotag. São três, mas entram na mesma categoria. Se não fosse por esses sites, eu ficaria completamente perdida no meio dos meus livros, filmes e séries. :)

- Acho que vai ser interessante olhar essa lista daqui a algum tempo, porque olha, do jeito que a internet muda, no futuro ela teria grandes chances de estar totalmente diferente... ;)

3 de abr de 2016

Desafio das 52 semanas #13

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Tema da Semana:
~ * ~
Fico sem graça quando...


1. Estou no meio de gente apenas conhecida. Obviamente lido bem com amigos chegados, e com desconhecidos, bem, quem liga? A gente nunca mais vai ver aquelas pessoas, mesmo... Mas com conhecidos a coisa complica, porque são pessoas que você vai acabar encontrando de novo várias vezes, mas que provavelmente não te conhecem o suficiente pra te entender certinho; daí que sempre acho que estou falando a coisa errada, ou agindo de forma errada, ou passando a mensagem errada, e por aí vai. É difícil ser eu mesma com meros conhecidos, e não importa o que eu faça, sempre fico meio sem graça perto deles. :S

2. Viro o centro das atenções. Detesto a sensação de ter pessoas prestando atenção em mim. Quer me deixar querendo cavar um buraco para me esconder dentro dele? Me transforme no centro das atenções de alguma conversa. Sério, muda o foco: fala do clima, de política, de física quântica, da espinha enorme que nasceu no seu nariz, mas não foca em mim, não, por caridade...! /o\

3. Interajo com pessoas da minha idade. Essa eu sei que é bem esquisita, mas quase sempre acontece. E quanto maior o grupo de pessoas, mais sem graça eu fico. Com homens, o negócio piora. E se forem homens bonitos, então, Deus me livre, é um pesadelo! :P A verdade é que, por alguma razão obscura da minha psique que não queremos analisar nesse momento, pessoas da minha idade me intimidam. Mas, por outro lado, me coloca pra conversar com velhinhos, pra você ver...! Amo, melhores pessoas pra conversar. ;)

4. Fico com calor. Sim, porque geralmente eu suo muito, fico com a cara vermelha igual a um tomate, fico sem fôlego.... De verdade, se você me encontrar em algum momento em que eu esteja realmente com calor, você vai entender o motivo de eu ficar sem graça, porque acredite: não é um quadro bonito de se ver. :P

5. Recebo elogios. Profundamente clichê, mas é a mais pura verdade: não sei lidar com elogios. Qualquer resposta a um elogio me parece errada: se agradeço, acho que pareço convencida; se desconverso, parece que tenho problemas de auto-estima; se só dou um sorriso, acho que pareço metida. Socorro, não tem reação certa pra elogio...! Como vocês lidam com isso, caros leitores, pelo amor de Deus? :P

30 de mar de 2016

Hello from: Singapura.

Para começar esse texto, a questão: o certo é Singapura ou Cingapura? Google não me ajudou muito a esclarecer essa dúvida - há um certo impasse, e pelo que pesquisei, existem (ou pelo menos já existiram) as duas formas. Porém, como eles mesmos denominam o país como Singapore ou Singapura (que significa Cidade do Leão em malaio), e foi a grafia com s a que mais encontramos nas pesquisas para a viagem, eu fico com Singapura. Entretanto, se alguém souber melhor do que eu, me explica aí nos comentários que eu corrijo! ;)

Enfim, explicado o impasse, prossigamos. :)

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Gardens by the Bay - Vista do alto da Singapore Flyer. :)


Pois bem, no começo de março, viajamos para Singapura, a cidade-estado com um dos melhores índices de desenvolvimento humano (IDH) da Ásia - e do mundo! :) Trata-se de um lugar sobre o qual nós, brasileiros, praticamente não pensamos à respeito, já que é bastante longe e distante da nossa realidade... Mas, no meu caso, não foi bem assim: desde criança, em várias ocasiões, houve a possibilidade de o meu pai ir trabalhar nesse país, porém acabou nunca acontecendo. Só que agora, estando aqui pertinho, eis que surge a oportunidade... E ora, por que não? ;)

Assim, passamos um final de semana no país, e foi uma ótima experiência! :) Por isso, quero deixar aqui meu registro - sem pretensões de fazer um guia ou coisa do gênero, que fique claro - de como foi a viagem e minhas impressões sobre esse lugar tão diferente e bonito.

Então, vamos lá!


Aleatoriedades sobre Singapura:

Um recanto bonito do Singapore Zoo.
- Ao contrário da Tailândia, o custo de vida em Singapura é alto - na verdade, bastante alto. A moeda local é o dólar de Singapura (SGD), cujo valor se aproxima ao do dólar americano. Mas mais que isso, acho que, principalmente por ser um país de primeiro mundo, os serviços são caros: táxi, alimentação, hospedagem, ingressos dos pontos turísticos... No final, a conta realmente fica salgada, não se pode negar. Então, atenção: se algum dia planejar ir à Singapura, prepare os bolsos! ;)

- Até que havia turistas em Singapura, mas desta vez, a maioria deles eram asiáticos. Assim, acabei passando pelo que esperava ter passado na Tailândia - dessa vez, a gente realmente acabou chamando mais a atenção com nossa cara de ocidental. Inclusive, teve um taxista que não se conteve em perguntar de onde éramos e ficou bastante surpreso quando respondi que do Brasil: Very far!, ele disse. (Ah sim, porque em Singapura todo mundo fala inglês - e um inglês bem falado. :P Sem problemas de comunicação dessa vez, ufa!)

- Faz calor em Singapura - tipo, muito calor. Um sol realmente de rachar. Digamos que passei bastante calor nas ruas da cidade... :P A parte boa, porém, é que lá as pessoas realmente dão valor ao conforto, o que significa: ambientes refrigerados em cada esquina Apesar de enfrentar um calorão nas ruas, era relativamente fácil escapar dele. Inclusive, eu não vi pessoalmente, mas uma das brasileiras que conhece o país contou que viu uma espécie de ar condicionado ao ar livre, e eu fiquei tipo GENTE, AÍ SIM! #QUERO Pra vocês terem noção de como é esse lugar... ;)

Gardens by the Bay - Supertrees
- A cidade é muito moderna. Tem suas belezas naturais, mas o ponto forte sem dúvida é a arquitetura, com construções super contemporâneas, cheias de curvas e luzes... Singapura é conhecida como cidade-jardim, e realmente, é essa a sensação que temos ao andar pelas ruas: tudo muito arborizado, florido, bonito, limpo, mas sempre mantendo o ar de modernidade. Pra quem curte esse tipo de paisagem, é realmente um prato cheio. Fenomenal. 

- Comentei ali em cima que a cidade é limpa, e de fato, é. Aliás, além da beleza, a limpeza e a organização foram as coisas que mais me marcaram em Singapura. Quero dizer, enquanto aqui na Tailândia você atravessa as ruas na base do salve-se quem puder, lá tem semáforos e faixas em cada esquina - e inclusive, pelo que eu soube, se você desrespeitar algumas dessas regras que mantêm a organização, você pode ser multado, no mínimo. Então, vale ficar esperto... ;)


Passeios:

Singapore Flyer e sua imponência.
- Singapore Flyer: A famosa roda-gigante que aparece nos cartões postais de Singapura. Bonita e moderna, ela combina com o resto da cidade. É uma das maiores rodas-gigantes do mundo - supera inclusive a London Eye, para se ter uma ideia do seu tamanho. A vista lá de cima é sensacional!  Tive oportunidade de dar duas voltas na Flyer, uma durante o dia e outra à noite; foi bem bonito em ambas as ocasiões, mas confesso que curti mais o passeio diurno, já que de noite, com toda a iluminação, os vidros fazem muito reflexo. #Dica ;) Enfim, vale muito a pena conhecer. Inclusive, prefira a cabine 17, que foi onde, por coincidência, dei minhas duas voltas na Flyer: ela é bem confortável! :P


Eu vi um panda!
- Singapore Zoo & River Safari: Além desses dois, no mesmo lugar ainda havia um parque de aves e um passeio noturno pelo Zoo, se não me engano, que infelizmente não deu tempo de conhecer. :( Mas pelos dois que visitei, já valeu a pena: o zoológico de Singapura é o mais legal em que já estive na vida. Não só pelo ambiente, que é muito bonito e tenta ao máximo recriar o habitat dos animais, mas pela mentalidade da instituição: eles possuem vários projetos educativos, trabalhos de resgate de animais em situações de risco, além de aceitarem trabalho voluntário... Bem interessante. Já no River Safari, o foco principal são animais aquáticos e rios, mas eles também têm um refúgio de pandas () e passeios de barco. Foi tudo realmente muito agradável. Recomendo. ;)


Cloud Forrest e a cachoeira, tão grande que não cabe na foto.
- Gardens by the Bay: Basicamente, um jardim enorme e muito bonito, onde você encontra diversas atrações, sendo as principais o Supertree Groove junto com o Skyway (que só deu tempo de ver de longe :/) e as duas estufas gigantes, que são maravilhosas por fora e por dentro: a menor, Flower Dome, e a minha preferida, a maior, Cloud Forrest, que é realmente de tirar o fôlego, porque você encontra ali dentro coisas que realmente não esperaria encontrar em uma estufa, como uma cachoeira artificial gigante e magnífica, por exemplo. Super recomendo a visita. 


Marina Bay se iluminando ao anoitecer...
- Marina Bay e arredores: É lá que se encontra o Marina Bay Sands, um hotel cinco estrelas que possui a maior piscina de borda infinita do mundo, e que também é um Cassino e mais um monte de outras coisas que eu nem sei, porque esse lugar é phyno demais pro meu bico. :P Mas de qualquer forma, o prédio é super moderno e um dos principais cartões postais de Singapura, bem como seus arredores e toda área da Marina Bay. Tudo já é bem bonito durante o dia, mas à noite, com a iluminação especial, o lugar fica incrível. Meus destaques: Art Sciene Museum, The Helix Bridge, The Shoppes (EU SOU RHYCA!), e The Float. Mas toda a área da Marina Bay é realmente um espetáculo, e com certeza tem mais coisas legais que eu deixei de ver por falta de tempo... Uma pena! :/

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Enfim, vou ficando por aqui. Foi uma viagem curtinha, mas muito boa. Sei que é longe (e caro), e que não é um dos destinos mais procurados por brasileiros... Mas se rolar a oportunidade de conhecer, vale muito a pena. E digo mais: um final de semana quebra o galho, mas ainda acho pouco tempo para aproveitar todas as possibilidades de Singapura. Quero dizer, eu mesma não tive tempo de conhecer vários lugares interessantes... Quem sabe um dia, né? ;)

Beijos!

PS: Para os meus amigos do Facebook que ficarem curiosos, postei lá um álbum gigante lá com fotos da viagem. ;)

26 de mar de 2016

Desafio das 52 semanas #12

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Tema da Semana:
~ * ~
Coisas para se fazer no frio.


1. Se enrolar em um cobertor. E todo o resto que pode acompanhar esta atividade maravilhosa: filminho, maratona de séries, livro, música, cobertor de orelha, lareira acesa com o barulhinho do fogo crepitando e cheiro de lenha queimando, e - porque não? - uma janela com vista pra uma paisagem cheia de neve. QUERO! 

2. Comidas e bebidas quentinhas. Chocolate quente, capuccino, sopinhas, caldos, fondue... Se pá, dependendo do caso, dá até pra mesclar com o primeiro item dessa lista. QUERO DE NOVO! 

3. Banho quente. Ah, o prazer indescritível de tomar um banho quentinho num dia frio! Seja ducha ou banheira, é sempre uma maravilha. Claro, o desespero de ter que sair do banho e encarar o frio até conseguir vestir a roupa é igualmente proporcional, mas vale a pena. :P

4. Vestir roupas bonitas. Porque as roupas de inverno, em geral, são lindas! Nem precisa fazer muito esforço pra ficar bem apessoada - e o melhor de tudo, você vai conseguir permanecer bonita ao longo do dia, porque você não vai ficar suada, com o rosto brilhando, com pizzas debaixo dos braços (uuuugh!), com a maquiagem derretida, e por aí vai. ;)

5. Ficar de boas e sossegada. Porque comigo é assim: se fico com frio, é só colocar mais agasalhos que tá tudo certo. Mas no calor, posso ficar PELADA que provavelmente ainda estarei derretendo e simplesmente não há o que fazer a respeito. Por isso: frio

- Tema bem a calhar, porque quem me acompanha no meu Twitter pessoal deve ter visto que o calor aqui na Tailândia piorou bastante ultimamente e eu estou penando com ele - não devia ter dito que estava encarando numa boa, pra que fui elogiar? Ando sonhando com um friozinho, pra variar... #SddsFrio

19 de mar de 2016

Desafio das 52 semanas #11

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Tema da Semana:
~ * ~
Meus brinquedos preferidos na infância eram:


1. Bichos de pelúcia. Provavelmente eram meu tipo de brinquedo preferido. Eu era completamente fissurada em bichos de pelúcia, realmente beirava o vício! :P Minha coleção era gigante, e não parava de crescer. Cada um deles tinha nome. Eu fazia questão de brincar com todos, e e como brincava com meus bichos de pelúcia TODOS OS DIAS, até que conseguia alternar bem. Eu inventava as histórias mais mirabolantes: sabia quais bichinhos eram namorados, quem era filho de quem... :P Quando cresci me desfiz de praticamente todos os meus brinquedos, mas simplesmente não consegui fazer isso com meus bichos de pelúcia. A maioria está guardada no meu armário até hoje, ainda que eu quase nunca mexa neles ou mesmo lembre dos nomes de todos. Mas eles realmente foram o principal ícone da minha infância, e ainda estão lá pra me trazer boas lembranças. 

2. Barbies. Provavelmente meu segundo tipo de brinquedo preferido. Na verdade, eu gostava de bonecas em geral (bebês, bonequinhas tipo Moranguinho, enfim, todas), mas as Barbies eram sem dúvida as minhas preferidas. Eu também brincava com elas praticamente todos os dias, porém, ao contrário dos bichos de pelúcia, minhas Barbies e Kens mudavam de nome a cada brincadeira - e devo dizer que eu amava nomes gringos, especialmente se tivessem a letra y:P O preferido, de longe, era Kelly; mas também gostava de Alice (que eu achava que escrevia Hélice) e Madison (por causa do filme Splash: Uma Sereia em Minha Vida, que era um dos meus queridinhos do Cinema em Casa do SBT e realmente tinha que ter entrado na outra lista). Enfim, era tudo muito divertido. 

3. Minhas fitas da coleção Conte Outra Vez. Ok, elas não eram exatamente brinquedos. Porém, eram fundamentais para uma das minhas brincadeiras preferidas, que consistia em colocar a fita pra tocar e, basicamente, interpretar a história: eu sabia as falas de cor, então fingia ser uma das personagens (geralmente a princesa, é claro). Era muito divertido! \o/ Eu realmente me transportava, me sentia lá no castelo, no bosque, whatever, e fingia que os outros personagens estavam ali interagindo comigo... Ah, a capacidade de imaginação das crianças. Gostaria de ainda tê-la, era sensacional. :)

4. Meus CDs. Sim, eu sei que eles também não eram exatamente brinquedos. Mas, de novo, eram parte imprescindível de outra das minhas brincadeiras preferidas: dançar. Eu realmente amava dançar quando era criança - na verdade ainda gosto até hoje, mesmo que quase nunca faça isso, por motivos de: me falta o fôlego. :P Era comum eu colocar um CD pra tocar e passar a tarde dançando várias músicas, inventando coreografias, e por aí vai. Alguns dos meus CDs preferidos: Chiquititas, ThaliaMamonas Assassinas (esses dois últimos definitivamente pouco indicados para crianças, mas quem liga) e um de músicas natalinas cantadas em português de Portugal que veio com uma revista Caras antiga e que eu ouvia mesmo fora de época, porque sempre amei o Natal. (Sim, eu sei que sempre fui esquisita, me deixem :P)

5. Quebra-cabeças. Eu amava quebra-cabeças. Bastava uma tarde mais entediada que eu pegava um dos meus quebra-cabeças de trezentas peças e esquecia da vida. De fato, eu ainda gosto bastante de quebra-cabeças, mas faz tempo desde a última vez que montei um... uma pena, pois era uma ótima distração. 

16 de mar de 2016

Patinhos Feios #4

Continuando meu TOP 6 (dividido em seis posts) de:


Melhores Histórias de Patinhos Feios Ever!

4- O Anjo da Noite.


Sim, vai ter livrinho de banca nessa lista, sim senhor! ;)

Houve uma fase na minha vida em que eu lia muitos desses romances de banca, principalmente porque eram baratos e cheios de páginas. ;) É verdade, a maioria deles é clichê e sem grandes novidades, do tipo que você lê em uma tarde entediada para se distrair, e quando termina, logo esquece do que se tratava. Mas eu sempre digo: às vezes você dá sorte, e ao pegar um desses livrinhos esperando mais do mesmo, acaba se deparando com uma história maravilhosa. De fato, alguns dos meus livros preferidos são justamente romances de banca. ;) Esses livrinhos especiais eu guardo na minha coleção, e o quarto item do meu TOP 6 é um deles: O Anjo da Noite foi o terceiro livrinho de banca que li na vida, lá no começo da adolescência, e apesar de ter vários dos clichês típicos, é uma história que me marcou e que amo até hoje. 

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Ainda criança, a vida de Gwendolyn mudou completamente ao perder os pais e ver sua propriedade, Cravenmoor, ficar nas mãos de seu tio cruel e sanguinário, Titus. Gwendolyn era uma menina excepcionalmente bonita, e seu destino seria certamente terrível vivendo ao lado do tio desalmado em meio à sua corte pervertida. Para protegê-la, seus cuidadores decidem criar um disfarce para a criança: desta forma, Gwendolyn cresce escondida sob cabelos emaranhados, vestida em roupas feias, cheias de enchimentos, além de fingir ser manca e ter problemas mentais.

O disfarce é eficaz, e Gwendolyn consegue escapar de violências maiores... mas a existência em Cravenmoor é um pesadelo repleto de humilhações, insegurança e rancor. Tudo muda, porém, quando ela descobre que deve se casar com um herdeiro de reputação duvidosa, devido a um acordo feito por seus pais muitos anos antes. Titus tem certeza de que o homem não aceitará se casar com uma mulher como sua sobrinha, mas para Gwendolyn, a situação é imprevisível: se o noivo se revelasse honrado, ela poderia escapar para sempre do jugo do tio... Mas como revelar seu segredo sem ter tal certeza? Por isso, em meio às dúvidas, a jovem decide manter seu disfarce até conhecer o noivo o suficiente para saber se poderia confiar nele...

Desta forma, a comitiva de Cravenmoor parte rumo a Mistedge - a propriedade de Falke, noivo de Gwendolyn. A chegada é conturbada: todos ficam chocados com a figura lastimável da moça, o que logo lhe rende um apelido nada lisonjeiro: Lady Wren, em comparação a um pássaro pouco gracioso. Porém, Falke rapidamente percebe que há mais sobre sua noiva do que a superfície chocante deixa entrever, ainda que a princípio não tenha noção da extensão de seus artifícios... Mas não tarda a descobrir: pouco depois da chegada de Lady Wren a Mistedge, a tragédia se abate sobre a propriedade na forma de uma epidemia de febre que acomete o povoado, terrível e avassaladora. Sendo uma das únicas pessoas que sabe como ajudar, a jovem acaba abandonando parte de seu disfarce para poder auxiliar os aldeões, incapaz de evitar que todos percebam que ela não tem problemas físicos ou mentais. O único disfarce que lhe resta é sua aparência... Enquanto isso, circunstâncias inesperadas e urgentes fazem com que Falke e parte dos nobres de Mistedge partam para o povoado, em meio ao caos da epidemia, enquanto todos os outros permanecem no castelo. E é nesse contexto, enquanto se vê exposta e vulnerável aos olhos de Titus e da corte pérfida de Cravenmoor, que Lady Wren conquista pouco a pouco a lealdade, o respeito e a admiração dos aldeões e dos nobres de Mistedge... Incluindo de seu noivo, Falke. 

Porém, nem tudo são flores - porque em meio a tanto caos, Falke encontra por acaso, na floresta, a mulher mais bonita que já viu. Tão linda que ele decide chamá-la de Anjo, já que ela se nega a revelar sua identidade... Mas mais que beleza, ela tem algo mais: sua forma de falar, seus modos... A verdade é que ela lhe parece tremenda e inexplicavelmente familiar. Porém, não há espaço para distrações como essa em Mistedge: tantos problemas requerem uma liderança forte, enquanto que Lady Wren, agora ainda mais exposta à crueldade do tio, precisa de ajuda. E ajudá-la é tudo o que Falke quer fazer... Entretanto, ainda assim não consegue evitar sentir-se dividido entre a lealdade para com sua admirável e corajosa noiva, e a atração pelo misterioso e irresistível Anjo da noite...

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Eu realmente amo essa história. É super melodramática, quase claustrofóbica em alguns momentos de tanto que vemos a mocinha sufocada, na corda bamba, sempre escondida e com medo, passando por verdadeiras provações na mão do tio e do povo nojento de Cravenmoor.

É também uma tremenda história de patinho feio, porque Gwendolyn é absolutamente inteligente, perspicaz, corajosa e linda, mas é obrigada a viver escondida sob a pele da simplória Lady Wren, em constantes maus tratos. É uma verdadeira aflição a espera pelo momento em que ela finalmente vai poder aparecer, parar de se esconder, ser ela mesma...

Outra coisa que amo nesse livro são os verdadeiros dilemas criados por toda essa situação complicada. Como já ficou claro no resumo, no decorrer da história Falke se vê dividido entre sua admirável noiva feia e o Anjo, sem fazer ideia de que, na verdade, elas são a mesma pessoa (ah vá, nem é spoiler, porque isso é revelado rapidamente na história... e afinal, isso aqui é um livrinho de banca, meus caros: é óbvio que as duas seriam a mesma pessoa). Por conta disso, surgem situações de fritar os neurônios... Tipo traições, que na verdade não é traições, ou será que são? #confusa Uma mocinha que sente ciúmes, inveja e até raiva de si mesma - e, incrivelmente, com razão! :P Um mocinho que em alguns momentos é tão lerdo que dá vontade de sacudir. Ou socar. E por aí vai... No decorrer das páginas, a expectativa para que Falke tome vergonha na cara a decisão correta e para que tudo se resolva é intensa... Mas como isso aqui é um livrinho de banca (e segundo o estatuto dos livrinhos de banca, todos eles precisam ter um final feliz, podem conferir), vocês já devem imaginar qual é a escolha dele, né? 

Bom demais. :)

Destaque: Aquele momento em que Lady Wren revela sua verdadeira aparência e uma quantidade considerável de pessoas fica com cara de ponto de interrogação tentando entender o que raios está acontecendo: diversão garantida. :D

- Diana Hall: Não me conformo que só tem dois livros da autora traduzidos para o português, no caso, O Anjo da Noite e um outro de velho oeste que eu sei que li, mas que não me marcou nadinha. Eu queria ler mais coisas da autora, porque a chance de gostar é grande... Mas desse jeito nem rola, né. #fuén.

Continua...